
Ela adorava quando se sentia assim. Tão viva, tão desperta, tão dona de si. Não que tudo estivesse perfeitamente bem; havia, na verdade, muita coisa para por no lugar, mas ela estava completamente viva e sentia que poderia fazer qualquer coisa que quisesse. Como se houvesse um milhão de coisas para fazer na rua, longe de casa, e viesse a chuva, mas ela fosse mesmo assim. Não que as coisas a serem feitas fossem extremamente importantes. Nada disso. É que ela não se importava nada em molhar e isso era mais que o bastante.
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